Mostrar a dificuldade de tráfego pela PE-635, que liga as cidades Dormentes e Afrânio no Sertão do São Francisco, diante da situação precária onde se constata um verdadeiro desaparecimento do asfalto e ao lado da abandonada rodovia, ver bandeiras da campanha de releição do Governador de Pernambuco, Paulo Câmara, é muito constrangedor ao povo dormentense e afraniense.

Mas para que esse cinismo aconteça, claro, tem que ter a falta de valor humano e moral pelos políticos e lideranças que apoiam a continuidade de um descaso vergonhoso e absurdo, que massacra uma população que se arrasta por uma estrada praticamente de terra, isso depois da “piedade” da prefeita Josimara Cavalcanti, que mandou tapar as mais ‘craterosas’ lacunas na rodovia, depois de esperar por três promessas de seu aliado (Paulo Câmara), de recuperar o asfalto da PE-635, mas isso nunca ter passado de promessas, enquanto os veículos que por ali trafegam caem nos buracos, quebram-se, causam acidentes, ceifam vidas…

(Foto: Charles Araújo/CA Noticias/Março de 2018)

É lamentável registrar um descaso desse no município onde tantas pessoas trabalhadoras e portanto muito dignas, tem que utilizar o precário acesso às cidades vizinhas, para comprar e comercializar seus produtos e serviços, de onde extraem o sustento de suas famílias; as oportunidades de renda e riqueza que promovem o desenvolvimento local.

Não bastou o descaso com a PE-630, que sai de Rajada, passando por Dormentes e Santa Filomena, chegando em Trindade, que o Governador durante a campanha de 2014, prometeu asfaltar se fosse eleito. O que os prefeitos dos municípios atingidos ignoram como se não se importassem com o desenvolvimento de suas cidades. Portanto, que fique registrado nos anais da história de descaso por Paulo Câmara com o Sertão, que a causa do abandono nas rodovias estaduais PE-635 e PE-630 não é apenas desse governo desastroso de Paulo Câmara que perdeu o controle da segurança, rodovias e saúde do Estado, mas é também dos políticos que apoiam sua reeleição, para certamente Dormentes e Afrânio passar mais quatro anos se estradas.

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